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Na final aos 42 anos, ginasta eterna planeja ir à Tóquio 2020: "Passo a passo"

Quinta-feira, 5 de Outubro de 2017 às 14:36

 

Na final aos 42 anos, ginasta eterna planeja ir à Tóquio 2020: ksana Chusovitina parece desafiar o tempo. Em um esporte dominado por estrelas adolescentes, a ginasta de 42 anos quebra seguidos recordes de longevidade. Duas vezes medalhista olímpica, a uzbeque nem lembra quantas finais em Mundiais tem na carreira. Fresca na memória está a classificação para brigar por medalha no salto de Montreal. Com média 14,349 pontos, foi a oitava e última a se garantir na decisão deste sábado, às 14h (de Brasília). Um primeiro passo de uma ginasta eterna em sua caminhada rumo a Tóquio 2020, rumo à sua oitava Olimpíada.

 
 
 

 

Mundial de Ginástica Artística tem veterana de 42 anos entre destaques

- Estou feliz. Consegui uma final, no meu salto. Eu quero ir a Tóquio 2020. Vou passo a passo, competição a competição. Depois veremos - disse a ginasta, que vai ter 45 anos nos Jogos do Japão.

Chusovitina é a única ginasta da história a participar de sete Olimpíadas – um feito impressionante em um esporte de pouca longevidade. Além do ouro olímpico por equipes em 1992, a ginasta tem uma prata no salto de Pequim 2008. Nenhuma dessas medalhas, porém, foi conquistada sob a bandeira do Uzbequistão. A ginasta começou sua carreira aos 13 anos na antiga União Soviética. Em 2002, o filho Alisher foi diagnosticado com leucemia ainda pequeno. A Alemanha então estendeu a mão à família, ofereceu o tratamento em troca de Oksana e o marido Bachadir Kurbanov, da luta olímpica, defenderem a equipe germânica.

 
Defendendo a Alemanha, Oksana Chusovitina conquistou medalha olímpica no salto de Pequim 2008 (Foto: Jed Jacobsohn/GettyImages)Defendendo a Alemanha, Oksana Chusovitina conquistou medalha olímpica no salto de Pequim 2008 (Foto: Jed Jacobsohn/GettyImages)

Defendendo a Alemanha, Oksana Chusovitina conquistou medalha olímpica no salto de Pequim 2008 (Foto: Jed Jacobsohn/GettyImages)

 

Oksana vivia entre o hospital para os cuidados com o filho e o ginásio, onde fazia o que mais ama e conseguia relaxar a cabeça para dar mais força a Alisher. Ele agora tem 18 anos, mais velho que muitas ginastas do Mundial de Montreal.

Em 2009, depois de conquistar sua segunda medalha olímpica, desta vez pela Alemanha, Chusovitina decidiu parar de fazer o que tanto amava, mas voltou atrás e defendeu os alemães também nas Olimpíadas de Londres. Mais uma vez ela chegou a anunciar a aposentadoria, mas não poderia deixar o esporte sem vestir novamente o collant do Uzbequistão nos Jogos. Foi à final do salto na Rio 2016 e acabou na quinta colocação.

- Eu fiquei dois dias aposentada depois do Rio. No dia seguinte, pensei: “Por que não tentar de novo?” Eu amo a ginástica, amo muito. Por isso continuo.

 
No Rio de Janeiro, Oksana Chusovitina voltou a defender o Uzbequistão em uma Olimpíada (Foto: Reuters)No Rio de Janeiro, Oksana Chusovitina voltou a defender o Uzbequistão em uma Olimpíada (Foto: Reuters)

No Rio de Janeiro, Oksana Chusovitina voltou a defender o Uzbequistão em uma Olimpíada (Foto: Reuters)

Nenhuma das outras sete finalistas do salto de Montreal tinha nascido quando Chusovitina disputou seu primeiro Mundial, em Indianápolis 1991. De lá para cá, ela conquistou 11 medalhas em Mundiais, três de ouro. Ela não é favorita na decisão deste sábado no Canadá, mas pode voltar ao pódio. Afinal, Oksana Chusovitina não tem limites. Costuma brincar que é como vinho, só melhora com o tempo.

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